segunda-feira, 25 de junho de 2012

IBGE disponibiliza mapa índice digital com mapas atualizados

IBGE disponibiliza mapa índice digital com mapas atualizados
Por Alexandre Scussel | 14h06, 15 de Junho de 2012

O Mapa Índice Digital (com referência ao ano de 2011), conjunto de informações atualizadas relativas ao mapeamento sistemático existente no País, está sendo disponibilizado, pela primeira vez, em download, na página do IBGE na Internet. Esta é a quarta edição do Mapa Índice, editado, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em versão digital, desde o ano de 2002, quando era possível obtê-lo somente através da Loja Virtual do Instituto ou em seu Centro de Documentação e Disseminação de Informações – CDDI.

O Mapa Índice é um instrumento de suporte ao Sistema Cartográfico Nacional, que abrange a produção de mapas e cartas topográficas, essenciais na gestão territorial e no planejamento de projetos, tais como obras de engenharia e estudos de impacto ambiental.

O IBGE desenvolve o trabalho de mapeamento terrestre do Brasil, através da Coordenação de Cartografia da Diretoria de Geociências, num esforço conjunto com a Diretoria de Serviço Geográfico do Exército – DSG. O Mapa Índice traz informações sobre a existência e o grau de atualização de mapas e cartas topográficas, tais como ano da última edição, escala disponível e órgão editor, entre outras.

A edição em ambiente digital do Mapa Índice é composta por um conjunto de informações sobre bases cartográficas de referência, permitindo sua recuperação e apresentação tanto em meio analógico (para impressão) quanto em meio digital. Nesta edição, foram inseridas informações sobre ortofotos (mosaico de fotos aéreas ortorretificadas) e modelos digitais de elevação, produtos estes que já estão disponibilizados na página do IBGE.

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Exemplo de visualização de informações da folha topográfica BRASÍLIA, na escala 1:25.000, no Mapa Índice Digital (MID). Fonte: IBGE

Fonte: IBGE
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Congresso Nacional pode mudar a cartografia

Congresso Nacional pode mudar a cartografia
Por Luiz Antonio Ugeda Sanches

As ideias não são exatamente novas, mas os fatos são. Afinal, o setor de Geomática testemunhou um parlamentar vir ao seu encontro para propor aquilo que se discute geralmente em pequenas rodas de profissionais.

O Deputado Federal Arnaldo Jardim (PPS/SP), ao participar do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2012, em maio, propôs a criação do Código Cartográfico Nacional e de uma Agência Nacional de Cartografia. A convite do Instituto Geodireito (IGD), o deputado, politécnico e sensível às demandas setoriais, apresentou alguns temas de Geomática que estão sendo discutidos no Congresso Nacional.

O deputado defendeu que as discussões sejam pautadas em sete grandes objetivos, a saber: 1 – Criar o Código Cartográfico Nacional (CCN); 2 – Aprimorar a governança setorial; 3 – Fortalecer o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em suas funções; 4 – Criar a Agência Nacional de Cartografia (Ancar); 5 – Aprofundar os esforços para que a União e os cidadãos tenham uma plataforma cartográfica una e confiável; 6 – Fortalecer a indústria de Geomática; e 7 – Fortalecer as profissões de Geógrafo e de Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo.

As propostas partem do pressuposto de que a cartografia, no Brasil, tem se tornado complexa e compartilhada entre diversas instituições, o que se comprova nas quase 65 mil cartas nas escalas de 1:25.000 a 1:250.000, que refletem 8,5 milhões de quilômetros quadrados com diversos enfoques de políticas públicas multifinalitárias.

Logo, a governança setorial pode estar demonstrando esgotamento frente às diversas demandas que têm surgido. Estudos de Direito Comparado apontam que os Institutos Geográficos, enquanto fundações e como observado na realidade ibérica, latinoamericana e francófona, têm encontrado dificuldades de organizar a cartografia em países de grandes extensões territoriais e que envolvam questões federativas. Por outro lado, o modelo de agência, típico na realidade anglo-saxã, na Alemanha e na Rússia, por terem uma governança semelhante a uma autarquia, regulando e fiscalizando os serviços cartográficos, tem demonstrado uma performance mais adequada para atendimento destas demandas.

Afinal, políticas públicas multifinalitárias envolvem “legislações multifinalitárias”, em que os conflitos de interesses entre diversos segmentos da sociedade se tornarão cada vez mais evidentes e contarão com o Direito para encontrar soluções justas. Em uma realidade na qual o novo Código Florestal aponta 13 itens de interesse geomático, a Agência Nacional de Energia Elétrica deseja elaborar um SIG Regulatório e os municípios passam a ser obrigados a ter cartas geotécnicas, precisa haver regras claras e um órgão autárquico para funcionar como maestro destas iniciativas.

A cultura regulatória se avizinha à Geomática, necessidade já percebida em outros segmentos da indústria e que possibilita individualizar direitos e deveres do governo, das empresas e dos cidadãos.

Se o Comitê Geoespacial da ONU estiver correto, nas previsões para 10 anos, de que a informação geoespacial se tornará tão fundamental como energia elétrica e o governo será mais regulador e menos produtor de dados geoespaciais, a criação do CCN e da Ancar pode ser o primeiro passo para que o Brasil se aparelhe para esta nova realidade.

Machado de Assis costumava dizer que uma palavra puxa outra palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução. O deputado usou as palavras para mostrar à comunidade geocientífica o que é possível fazer por meio do Parlamento. Cabe agora a esta comunidade levar suas ideias para Brasília.

Luiz Antonio Ugeda Sanches
Presidente do Instituto Geodireito (IGD)
las@geodireito.com
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mais Informações Sobre a Farsa do Aquecimento Global

Um dogma começa a derreter

Veja - 11/06/2012
 
Defensores da tese de que o aquecimento global é culpa do homem e resultará na destruição do planeta ainda neste século mudam de opinião e engrossam o grupo dos céticos sobre as previsões apocalípticas do painel climático da ONU

Foi como se toda a cobertura do Ártico, o equivalente a quase o dobro da área do Brasil, desabasse, derretida, sobre a tese de que o homem é o grande vilão do aquecimento global. Em uma entrevista ao site da rede de TV americana NBC, no fim de  abril, o ambientalista inglês James Lovelock, de 92 anos, ainda lúcido, afirmou ter sido alarmista em suas considerações sobre as mudanças no clima. "Foi uma tolice de minha parte", reiterou Lovelock a VEJA. "O ser humano não é mais culpado do que as árvores no que diz respeito ao aumento das temperaturas." Nem o Climagate, o escândalo sobre a manipulação de dados nos relatórios do IPCC, o painel climático da ONU, foi um golpe tão duro para os defensores da ideia de que a humanidade vive uma emergência planetária iminente,  resultado da emissão excessiva de CO2 na  atmosfera, quanto as palavras de Lovelock. Autor da Hipótese Gaia, segundo a qual a Terra é um superorganismo que se autorregula e, cedo ou tarde, reagiria às agressões devastadoras do homem à natureza, Lovelock é um decano do ativismo ambiental moderno. Eleito um dos heróis do meio ambiente pela revista Time, em 2007, ele se tornou, ao lado do ex-vice-presidente americano Al Gore, um dos mais inflamados profetas do fim dos tempos na década passada. Até mudar de ideia, Lovelock reverberava previsões aterrorizantes sobre o futuro do planeta. Em uma delas, ele afirmava que 80% da população mundial seria dizimada por catástrofes até 2100. Os 20% restantes viveriam no Ártico, com pouca água e comida. O revisionismo de Lovelock é ainda mais ruidoso porque grassa o senso comum do fim do mundo atrelado ao aquecimento. No evento Green Nation Fest, que aconteceu de 31 de maio a 7 de junho, no Rio de Janeiro, antessala da Rio+20, os visitantes foram levados a experimentar as sensações  de habitar um planeta afetado pelo degelo, pelas queimadas e pelas inundações. Tal qual um parque de diversões ao avesso, a simulação fez muito sucesso. E, no entanto, a realidade é outra, menos tristemente espetacular.
Lovelock não foi o único cientista de renome a protagonizar uma mudança de prumo recentemente. Em setembro do ano passado, o físico norueguês Ivar Giaever, laureado com o Nobel em sua área, em 1973, deixou a Sociedade Americana de Física (APS) por discordar da postura da instituição em relação ao tema. Disse Giaever, na ocasião: "A APS aceita discutir se ocorrem  alterações na massa de um próton ou os múltiplos universos, mas a evidência do aquecimento global é indiscutível? Esse assunto está se tornando uma religião. Sou um descrente". Com a declaração, Giaever passou a fazer parte de um grupo de estudiosos, agora engrossado por Lovelock, que questionam a ação humana no aumento das temperaturas e desconfiam do armagedon. São os céticos do aquecimento. Esses dissidentes,  ressalte-se, não negam o fato de que o planeta está mais quente - quase todos os cientistas hoje concordam que a temperatura média da terra subiu 0,8 grau no século passado. A divergência recai sobre as causas da oscilação.

Para os céticos, as alterações não se devem à queima excessiva de carvão e petróleo, mas a um ciclo natural de aquecimento e resfriamento da Terra. O planeta teria passado por pelo menos quatro outros períodos de aquecimento semelhantes nos últimos 650000 anos, muito antes da Revolução Industrial, no século XIX. "Forças mais poderosas do que a ação humana influenciam o clima, como a radiação solar e a oscilação na temperatura dos oceanos", diz o geógrafo Gustavo Baptista, do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília. "É presunção achar que os homens têm mais influência no clima do que as atividades que moveram placas tectônicas."

A negação de uma versão radical de aquecimento global não é postura exatamente nova. Em 1990, quando o IPCC  divulgou seu primeiro relatório, alguns cientistas já expunham opiniões contrárias às considerações da ONU. Erros nos relatórios, previsões não concretizadas e a revelação de fraudes em pesquisas fomentaram o aumento no grupo de negadores. O fato que mais abalou a hipótese do fim do mundo do lPCC, afirma a turma do contra, foi a estabilização das temperaturas nos últimos dez anos, o que contraria todos os relatórios do grupo. No vazamento de e-maíls do Climagate, em 2009, o cientista do IPCC  Kevin Trenberth mostrou-se aflito. Escreveu Trenberth: "Não podemos explicar a falta de aquecimento no momento. Isso é uma farsa que não podemos manter". Os céticos sugerem que as falhas no cálculo das temperaturas revelam a fragilidade dos modelos computacionais usados pela ONU. Segundo eles, os  modelos do IPCC exacerbam os efeitos do CO2, ignoram outras variáveis e resultam numa falsa previsão de aquecimento.

É difícil dizer quem está certo,  os céticos ou os radicais - no impasse do aquecimento global. Ambos os lados dispõem de evidências para justificar suas teses. Os relatórios do "IPCC são elaborados por 3000 cientistas de diversos países e constituem o maior conjunto de informações disponíveis sobre os fenômenos do clima. Os céticos se baseiam em registros geológicos e paleontológicos que mostram a ocorrência de alterações semelhantes no clima há centenas de milhares de anos.

A discussão, em si, não é um problema. Dos debates nascem as melhores soluções para uma questão. O perigo está no dogmatismo e na polarização exagerada. "Mentalidades doutrinárias produzem soluções irrealistas e impedem que se chegue a um meio-termo inteligente", disse a VEJA o cientista político dinamarquês Bjorn Lomborg, um dos mais notórios céticos. Para o climatologista americano Richard Lindzen, o risco é a politização. Diz Lindzen: "Quando uma questão se torna parte do programa político, a posição politicamente aceitável passa a ser o objetivo e não a consequência da pesquisa científica". É possível que todas as ponderações dos céticos - e dos cientistas que reviram suas posições a respeito do aquecimento global recentemente - se mostrem equivocadas com o passar dos anos. Não existem certezas absolutas na ciência. No entanto,  não há como negar a contribuição do ceticismo para a elucidação da questão climática. Como disse o biólogo inglês Thomas Huxley, um dos pais do pensamento científico moderno, o ceticismo é um dos maiores deveres. A fé cega é um pecado imperdoável.

"Foi uma tolice de minha parte"
Decano do ativismo ambiental moderno, o ambientalista inglês James Lovelock, de 92 anos, converteu-se em um dos mais radicais arautos do fim do mundo ao anunciar, no livro A Vingança de Gaia, de 2006, a ocorrência iminente de catástrofes naturais resultantes do aquecimento global. Prestes a lançar um novo livro sobre mudanças climáticas, o último da trilogia que inclui A Vingança de Gaia e Gaia: o Alerta Final, Lovelock declarou ter exagerado em seus presságios.

O senhor previu que, no fim deste século, 80% da população mundial seria dizimada por furacões e inundações. O que o senhor pensa hoje?

Essa previsão sobre 2100 foi uma tolice de minha parte. Minha conclusão surgiu das primeiras estimativas do IPCC. O problema é que na ocasião, há duas décadas, nós, cientistas, acreditávamos ter um conhecimento acurado do que estava acontecendo com o clima. Estávamos equivocados. Não apenas desconhecemos o que está ocorrendo hoje em relação às mudanças climáticas, como também não temos ideia do que será do clima daqui a noventa anos. Nem sequer temos como prever de que forma os seres humanos vão reagir às possíveis consequências de um aumento das temperaturas. Se a maior parte da população mundial se mudar para as cidades, como parece estar acontecendo, então será muito mais fácil e menos custoso esfriar as cidades, e não o planeta.

O senhor ainda acredita que o homem é o vilão do aquecimento global hoje?

Não há vilão algum no aquecimento global. Os humanos não são mais culpados por colocar CO2 no ar do que as árvores por produzir oxigênio.

O aquecimento global está ocorrendo em velocidade aquém da esperada. Por quê?

O aquecimento global é um assunto que precisa ser atualizado frequentemente e com exatidão. As projeções feitas no começo deste século tendem a ser superestimadas. Minha preocupação maior, no entanto, é a incerteza sobre o ritmo do aumento das temperaturas. É sensato presumir que serão mais altas, mas não quão mais altas serão. Os politicos estão assumindo que as projeções sobre o futuro do clima são tão precisas quanto o horário de chegada dos ônibus  ingleses.

Sua nova percepção do aquecimento global afeta de alguma forma sua Hipótese Gaia?

Ser menos alarmista em relação ao aquecimento global não muda em nada minha ideia central. Gaia é um sistema fisiológico dinâmico que mantém nosso planeta apto para a vida há 3 bilhões de anos. A minha teoria de Gaia está muito bem estabelecida, só ainda não houve tempo de incorporá-la nos grandes modelos climáticos.
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terça-feira, 12 de junho de 2012

IBGE lança cinco novos mapas estaduais

Mapa F%C3%ADsico do Estado do Piau%C3%AD IBGE IBGE lança cinco novos mapas estaduais

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está disponibilizando, a partir desta semana, cinco novos mapas físicos da Série Estadual. Os estados do Ceará, Goiás, Paraíba e Piauí foram atualizados e o Rio de Janeiro ganhou um mapa inédito.

Além das lançadas nesta semana, ao clicar aqui, é possível acessar também as representações de Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

De posse desses mapas, os usuários poderão identificar o formato do relevo dos seus estados, os picos mais elevados e a nomenclatura dos morros e serras, permitindo um conhecimento mais detalhado do território.

Outras unidades da federação também irão ganhar novos mapas ou atualizações dos já existentes no segundo semestre. Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Norte receberão novas versões, enquanto Alagoas, Espírito Santo e Sergipe terão mapas inéditos.

Fonte: IBGE
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Carta aberta ao povo da Bahia sobre a crise na educação

A Associação de Mães e Pais de Alunos de Colégios Públicos, por meio de seu presidente, vem repudiar a provocação e o deboche grosseiros, feitos pelo governador do Estado, Sr. Jaques Wagner, através da imprensa, no dia 5/6: “Estou indignado assim como devem estar os pais”.

Com esse jogo de palavras chegamos à lamentável conclusão de que não podemos e nem devemos levá-lo a sério, conforme expomos a seguir:

1) A indignação dos pais e mães de alunos – sem aulas há dois meses – não é com os professores, como sugere o governador. Ao contrário; tal indignação é com o governo Wagner e com seu vassalo, o incompetente secretário da educação, Prof. Osvaldo Barreto;

2) A associação protocolou, na Governadoria, um requerimento solicitando a informação de qual o valor existente em caixa relativo ao Fundeb, e qual a previsão de utilização de tal recurso para 2012 e 2013, pois as informações que têm nos chegado é a de que os recursos desse FUNDO foram desviados para fins eleitoreiros;

3) Ao invés de serem prestadas as informações, o governador autorizou, de forma criminosa e arbitrária, a repressão – contra mães, pais e alunos que estavam defronte à Governadoria – chegando a agredir fisicamente até mesmo uma criança, de apenas onze anos (denúncia feita ao DERCA com exames de corpo delito realizados), estudante do Colégio Estadual Raphael Serravalle. Essa violência foi filmada e presenciada, inclusive, por professores do referido Colégio;

4) A conclusão a que chegou a diretoria da Associação é que o povo da Bahia está sendo comandado por um governo fascista, autoritário e corrupto que desvia dinheiro da educação com finalidades escusas e, por isso, não obedece a Lei nº 12.527/2011 (Lei de acesso à informação).

Dois meses (60 dias) sem aulas! Só mesmo em um governo irresponsável, que não tem o mínimo compromisso com a educação.

A nossa maior tristeza é que os Ministérios Públicos, tanto o Estadual quanto o Federal, assistem, inertes, à atitude criminosa do Governo do Estado da Bahia, sem esboçarem a mínima reação em defesa das garantias constitucionais dos direitos elementares dos estudantes!

Esse silêncio não é de se estranhar em um País onde um presidente do Supremo Tribunal Federal – STF é tratado por colegas de Ministério, em Sessão do Pleno, e por ex-presidente da República, em público, como bandido.

E mesmo assim a República continua “festiva”, como se nada estivesse acontecendo.

Vivemos no Brasil uma democracia às avessas, em que toda proteção é garantida aos mais perigosos contraventores, em detrimento da violência contra a população!

Salvador, 7 de junho de 2012
Antonio Daltro Moura - Presidente da Amap
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